G.E.T.U.H.

GRUPO ESPÍRITA TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA

Presidênte da União Espírita Baiana, em substituição a José Petitinga, quando este retornou ao plano Espiritual. Philomeno de Miranda diplomou-se pela Escola Municipal da Bahia, hoje Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal da Bahia, colando grau na turma de 1910, como Bacharel em Comércio e Fazenda.

Exerceu sua profissão com muita probidade, sendo um exemplo de operosidade no campo profissional. Ajudava sempre aqueles que o procuravam, pudessem ou não retribuir os seus serviços. Foi tão grande em sua conduta, como na modéstia.

Debilitado por uma enfermidade pertinaz, em 1914, e tendo recorrido a diversos médicos, sem qualquer resultado positivo, foi curado pelo médium Saturnino Favila, na cidade de Alagoinhas, com passes e água fluidificada, complementando a cura com alguns remédios da Flora Medicinal.

Convertido ao Espiritismo, conheceu José Petitinga, na Capital, começando a frequentar as sessões da União Espírita Baiana, fundada em 1915.

A serviço da Causa, visitava periodicamente as Sociedades Espíritas, da Capital e do Interior, procurando soluções para qualquer dificuldade. Delicado, educado, porém decidido na luta, não dava trégua aos ataques descabidos, arremetidos por religiosos e cientistas que tentavam destruir o trabalho dos espíritas. Mesmo modesto, não pôde impedir que suas atividades sobressaíssem nas diversas frentes de trabalho que empreendeu em favor da Doutrina.

Dedicou-se com muito carinho às reuniões mediúnicas, especialmente às de desobsessão. Achava imprescindível que as Instituições espíritas se preparassem convenientemente para o intercâmbio espiritual, sendo de bom alvitre que os trabalhadores das atividades desobsessivas se resguardassem ao máximo, na oração, na vigilância e no trabalho superior. Salientava a importância do trabalho da caridade, para se precaverem de sofrer ataques das entidades que se sentem frustradas nos planos nefastos de perseguições.

Sofrendo horrivelmente do coração, subia inúmeras escadas, afim de não faltar às sessões, sorrindo e sempre animado quando os espíritos, conhecedores do seu melindroso estado, remendavam-lhe o máximo repouso. Desencarnou às 21 horas do dia 14 de julho de 1942, aos 65 anos.

O seu trabalho porem,  não terminou com perda do corpo físico.

Em 1950 o médium Francisco Cândido Xavier psicografou para Divaldo Pereira Franco uma mensagem assinada pelo espírito de Manoel Philomeno, mas somente em 1970 é que esta entidade se apresentou a Divaldo como um trabalhador atuante na área da desobsessão quando em vida, e que teria prosseguido nesses estudos, após a morte física.Teve início, desse modo, uma parceria mediúnica que trouxe a público diversas obras enfocando o tema "obsessão", visando auxiliar o seu entendimento e oferecer suporte aos trabalhos mediúnicos nessa área desenvolvidos pelos Centros Espíritas no Brasil.

 

Através da psicografia de Divaldo Pereira Franco, Manoel Philomeno de Miranda escreveu vários livros, entre eles:

  • Grilhões Partidos

  • Loucura e Obsessão

  • Transição Planetária

  • Amanhecer de uma nova Era

  • Nos Bastidores da Obsessão

  • Tramas do Destino

  • Nas Fronteiras da Loucura

  • Painéis da Obsessão

  • Temas da Vida e da Morte

  • Trilhas da Libertação

  • Tormentos da Obsessão

  • Sexo e Obsessão

  • Entre os Dois Mundos

  • Reencontro com a Vida

  • Mediunidade: Desafios e Bençãos

  • Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos


 

www.projetomanoelphilomenodemiranda.com